Assunto: LIMPEZA DO RESERVATÓRIO DO SITIO BELA VISTA.

 

 

 

Prezado(a),

 

Vimos através deste para comunicar que será realizado a limpeza do reservatório do sitio Bela Vista programada para o dia 14 de junho de 2017 quarta-feira. Sendo necessário que se faça o aviso aos moradores da localidade para a falta de água durante o procedimento.

 

 

                       

Atenciosamente,

 

 

     DIRETOR TÉCNICO

Orlean Rafael

 

Dissertação defendida por José Yarley de Brito Gonçalves apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional Sustentável, da Universidade Federal do Ceará – Campus Cariri, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Desenvolvimento Regional Sustentável.

Resumo

O desenvolvimento socioeconômico do semiárido brasileiro tem sido objeto de muitos estudos, que buscam compreender as razões do persistente estado de estagnação. A ausência de recursos naturais favoráveis, resultantes de fatores geoclimáticos, parece ser determinante. Dentre os recursos associados à pobreza na região se destaca a água. Este é tido como desafio maior, com gravidade destacada em áreas de maior escassez. A escassez de água impacta não apenas a capacidade produtiva, mas também a saúde e a nutrição. Para a avaliação da pobreza da água pode-se empregar o índice de pobreza hídrica (IPH). Este pode servir de ferramenta auxiliar para tomada de decisão dos gestores públicos. O IPH aborda de forma interdisciplinar aspectos quantitativos e qualitativos da água e está ligado ao bem-estar doméstico. O índice permite expressar a complexa relação entre gerenciamento dos recursos hídricos e a pobreza. No presente estudo foram discutidos os resultados do IPH na bacia do Salgado, porção sul do Estado do Ceará. A bacia compreende 23 municípios, com população de cerca de 906.000 habitantes, cuja porção rural corresponde a 46% deste total. Os resultados do IPH da bacia foram discutidos com base em estudo já existente. Complementarmente, efetuou-se a identificação de pontos de pobreza hídrica na bacia a partir da identificação de comunidades difusas. Em paralelo, empreendeu-se estudo de caso em um dos municípios da bacia (Aurora). Os resultados de análise do IPH proveram a identificação de grupos de municípios, quanto à pobreza hídrica. Também, observou-se que os indicadores disponibilidade (D) e acesso (A) apresentaram menor peso na determinação do IPH nos municípios da bacia do Salgado. Isto mostra que os indicadores D e A devem receber maior atenção, pois quanto maior o IPH (situação desejada), maiores devem ser o peso dos indicadores. No trabalho de campo foram identificadas 664 comunidades difusas com problema de pobreza hídrica na bacia. Estas representaram 30,7% da população total da bacia em cerca de 73.300 domicílios rurais. No caso de Aurora foram identificadas 73 comunidades difusas. Em cerca de 63% (3.467 habitantes) deste total foram obtidas informações mais detalhadas. Os resultados mostraram que os indicadores D e A eram mais deficientes. Assim, foram sugeridas intervenções que pudessem elevar os valores de D e A, com impacto positivo sobre o IPH do município, podendo ser estendido à bacia como um todo.

 

 

Leia a Dissertação Completa

SAAEC
Sociedade Anônima de Água e Esgoto do Crato
Avenida Teodorico Teles, 30 – Centro
Crato-CE
Email:
contato@saaeccrato.com.br
Fone: (88) 3523-2044

© 2017 desenvolvido por KBsistemas

pesquisar